17/06/2010

Hoje, assim que o celular despertou eu tive um déja-vu invertido. Como é um déja-vu invertido? Bom, pense que ele, normalmente, é algo que você tem a impressão de que já aconteceu, e oque eu achei foi...Sentir algo que já aconteceu. Bom, pode ser que tenha outro nome mas eu to com preguiça demais pra pensar ou pesquisar nisso, então fica dvi (sigla,wee q). Mas enfim, eu estava sozinha na cama, estava sim...Mas me veio uma imagem do dia 6 de junho. E eu praticamente senti a mesma calma que eu estava sentindo naquela manhã quando eu abaixei os olhos e a minha garota estava ali. Tão quietinha nos meus braços, tão...segura, tão...minha. Não, minha não, sem egoísmos por favor, aquele era um momento nosso acima de tudo, eu podia sentir que, sem brinks alguma, o mundo tinha parado, assim como no momento da rodoviária, foi como eu tentei explicar pra Soph...A gente tava em um dos lugares mais movimentados da maior cidade do Brasil, velho! Mas..Quando eu tive a certeza de que era ela ali, tudo se fez silêncio, tudo sumiu. Só havia ela, o cheiro dela, o toque dela, a voz, os olhos e então...o sorriso. Ah, o sorriso, eu poderia viver só olhando pra ele, e sabem? Eu quero viver pra isso. Quero poder acordar de manhã, sem estar sozinha, e poder sussurrar um "Bom dia, dengo" e ganhar aquela luz que só ele me dá. Poder apanhar e rir e apanhar mais só por saber o quanto de ciúmes ela tem. Eu quero tanta coisa, mas como eu disse pra Lari, não vou mais levar as coisas pro futuro, vou viver o agora, vou sim...Amanhã as coisas podem mudar, espero que não mudem, porque estou muito bem aqui, e estou muito bem com ela. E que, se tudo der certo e continuar nos caminhares, daqui um tempo eu to vindo aqui pra dizer de coisas bem mais diferentes, mas enfim...

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